Arquitetura parasita: terceira orientação
A partir da segunda orientação, fiz uma maquete da minha ideia inicial: uma extensão que parte da minha janela com 4 metros de comprimento e 1,35m de largura - mesma medida da minha janela- e que fica a 1 metro do chão do meu quarto. Consiste em dois cubos de 0,5m de profundidade por 1m de comprimento e largura com 0,6m de distância um do outro e 0,4 de distância do peitoril desse espaço. Os telhados curvos possuem 1,35 de largura e estão acima do chão a 2m. O chão desse espaço seria de acrílico ou outro material que trouxesse transparência, porque logo abaixo tem um jardim, então não pode tampar a luz que chega até ele. As laterais eu pensei que em alguns intervalos do comprimento pudesse ter um pouco de vidro, talvez da metade para frente, assim uma parte seria visível a quem passasse e outra não. Também está aí o corte AA do prédio e do vizinho- alguns dos valores foram suposições- para facilitar a compreensão das dimensões de alturas.
Um dos pontos fundamentais do meu anexo é permitir um espaço aberto no apartamento, mas que ao mesmo tempo fosse fechado por exemplo quando se senta dentro do cubo pensando que a altura da lateral é de 1m e ainda permite olhar para toda a vista estando em pé. Quando alguém está em um cubo, não necessariamente precisa estar cara a cara com a outra, por isso estão dispostas em diagonais e você pode sentar de costas para a outra pessoa, mas sem ficar de uma forma muito brusca ao não contato do outro. Além disso os 0,6m de distância permita que você fique deitado com as pernas dobradas, não necessitando uma obrigatoriedade em ficar dentro do cubo. Também pode-se sentar nas beiradas dos cubos com as pernas dentro, ou deitar dentro do cubo com as pernas dobradas para o lado de fora, enfim, essas são algumas das possibilidades de uso.













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